O seu paciente protegido, a sua cabeça mais leve — e o turno de volta às suas mãos.
Numa era em que informação é a nova moeda, dados clínicos são enviados todos os dias para IAs que não pactuam com a LGPD.
Histórico médico identificável pode alimentar mercados farmacêuticos, precificação de seguros e segmentação de vacinas — sem o paciente jamais saber.
O ANONM 4.0 remove os identificadores no servidor, antes de qualquer análise. O que sai é clínica pura — sem rosto, sem CPF, sem endereço.
Além do paciente, o plantonista carrega a papelada burocrática inteira: prontuário, receita, atestado, passagem. O Plantonista 5.0 existe para aliviar essa carga cognitiva — e devolver sua atenção para quem precisa dela.
Tempo médio — incluindo a leitura de exames antes de bater na maca.
Prontuário, receita, atestado, passagem. Tempo que não vira cuidado.
Não é falha do médico — é falha do sistema que entrega tudo fragmentado.
A gente paga curso, congresso, prova de título — o ano inteiro investindo para cuidar melhor de quem chega na maca. E as suas doze horas, quem cuida? O turno não é só a espera da sua vida começar. Ele também é a sua vida.
Feito por um emergencista atuante em campo, para emergencistas que dividem as mesmas dores — e os mesmos plantões.
Cada suguinha cobre um momento do plantão. Todas começam pelo ANONM 4.0 — então você usa sem medo, sem precisar de mais uma assinatura.
Remove nome, CPF, telefone, endereço e instituição antes de qualquer IA tocar o texto. O histórico do paciente nunca vira moeda.
A segunda opinião das 3h da manhã. Só literatura de emergência selecionada — e você pode debater com o resultado até a conduta fechar.
Você cola o laudo, ele devolve o que importa — já protegido, já organizado, pronto para a sua decisão.
savingsSem assinatura à parteO painel que carrega o plantão por você: a piora aparece antes de virar urgência, e o lembrete te encontra no Telegram.
Você fala, ele escreve. O paciente protegido, as suas mãos livres — e a digitação deixa de roubar o seu turno.
savingsSem assinatura à parteO artigo de vinte páginas vira resposta prática: muda a sua conduta ou não muda. Direto, do jeito que o plantão exige.
Na troca de turno, ninguém fica para trás: o handoff sai pronto, com a última atualização de cada paciente.
Cadastro em trinta segundos. Validação por CRM. E o próximo turno já entra mais leve.
Solicitar acesso betaarrow_forwardO plantão inteiro em um painel. E o alerta te encontra no Telegram.
O HUD acompanha o NEWS2 de cada leito em tempo real e mostra a deterioração antes de ela virar urgência. Você programa o lembrete — "checar gasometria do leito 7" — e ele chega no seu Telegram na hora certa.
Anonimizar antes de processar — e não depois — não é escolha técnica. É declaração de valores.
O ANONM 4.0 protege todas as suguinhas. A inteligência artificial nunca vê o nome do seu paciente. Os dados sensíveis são removidos no servidor, em camadas, antes de qualquer análise. Cada remoção fica registrada.
Eu usava IA genérica escondido, com peso na consciência pelos dados do paciente. Agora peço segunda opinião em paz — e o plantão ficou mais leve.
O lembrete do Telegram me salvou às 3h: "checar gasometria do leito 7". Eu tinha 12 pacientes na cabeça. O TRIAGEM lembrou por mim.
O BRAINSTORM só me traz literatura de emergência que presta. Sem artigo de ambulatório, sem ruído. E eu posso debater com o resultado.
Você passa metade da vida lá dentro. Que ela seja mais leve. Cadastro em trinta segundos, validação por CRM.
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